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  • Eli Borochovicius

Fui, sou, serei


Costumo me perguntar com certa freqüência quem eu fui e quem eu quero ser? ​ Quem eu fui é fácil de responder, pois é passado, já aconteceu, acabou. Tivesse sido ele bom ou ruim, não há mais nada que eu possa fazer para modificá-lo. ​ O passado influencia o futuro, mas usar essa premissa como subterfúgio para a aceitação de um presente sem graça é puro conformismo. ​ Entre passado e futuro, existe o presente e para encontrar a melhor resposta para quem eu quero ser é necessário questionar quem eu sou? ​ Não importa o quão distante está o passado do futuro, a questão é simples: quem eu sou hoje será o quem eu fui de amanhã; a história ainda não chegou ao fim e o livro ainda não está fechado.

Devemos planejar o nosso futuro a partir de hoje, não de ontem, muito menos de anos atrás. O que passou, passou. É hora de rever os erros, repará-los e buscarmos o pleno sucesso, escrevendo as páginas que ainda estão em branco. ​ Quero ser um bom ser-humano, para tanto, sou honesto, ético e respeitoso. Apesar de não concordar com todas as regras da sociedade, sigo-as à risca, afinal de contas, foram criadas para propiciar eqüidade entre os membros da comunidade e senso de justiça interpessoal. ​ Quero ser um bom marido e um bom pai, assim, levo harmonia para dentro da minha casa, propiciando felicidade a quem me faz feliz. ​ Quero ser um bom parente, então faço o possível para estar próximo de quem me quer bem. Não falo apenas de pai e mãe, mas de irmãos, tios, primos, sogros, cunhados e sobrinhos. ​ Quero ser um bom amigo e para isso, trabalho o meu caráter buscando a credibilidade que um verdadeiro amigo precisa conquistar. ​ Quero ser um bom profissional, então busco vencer os desafios que são impostos no dia-a-dia. Com humildade admito minhas limitações, mas com garra busco supri-las, não decepcionando aos que me depositam confiança. ​ Para simplificar, quero ser feliz. ​ Quem não quer ser feliz? Descobri que para ser feliz, eu precisava ser um bom ser-humano, um bom marido, um bom pai, um bom parente, um bom amigo e um bom profissional. ​ É óbvio que a busca desse equilíbrio é difícil, mas quem disse que seria fácil? Como posso ser bom em tudo aquilo que faço? ​ Uma pessoa que conheci faz pouco tempo e que respeito demais pela história que construiu costuma dizer: “O ótimo é inimigo do bom.” ​ Foi a melhor resposta que tive até hoje.


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